25.9.10

amigos não existem

É raiva o que eu sinto agora. Raiva antes reprimida, dormente. Hoje raiva nada branda e consciente. Se me lança uma palavra, à mantenha antes que pouse em meus ouvidos. Pois uma vez chegada, aceitar outra eu duvido. É patética a rima, tudo bem, eu vou parar. Mas você se contradisse, logo eu vou continuar.
Sabe aquela comida, que pesa à digestão? Pois é assim, meu amigo, que está batendo o coração. Pesado, rancoroso. Decepcionado, fundido em um poço.
Sei que já disse isso antes. Mas agora vou mudar de atitude. Não sendo bobo, nem infantil. Mas sim sensato, bem longe de rude.
Ah, mas nunca falei tão sério, meu caro e fiel amigo. Se à você sou como colega, aquele: inglório, indigno. Só me resta lamentar profundamente o ideal que um dia será esquecido.